Origem da Energia IBERDROLA Portugal

Para dar cumprimento à Diretiva n.º 16/2018, de 13 de dezembro de 2018, e conforme o Regulamento de Relações Comerciais publicado pela ERSE, a IBERDROLA Portugal (Iberdrola Clientes Portugal Unipessoal, Lda) disponibiliza aos seus clientes informação sobre a origem da energia elétrica que lhes fornece, e os impactes ambientais associados.

Como é produzida a eletricidade que consome? Quais os efeitos no ambiente?

Embora a energia elétrica que chega aos nossos clientes seja indistinguível da que é fornecida a outros consumidores ligados ao mesmo sistema elétrico, agora é possível garantir a origem da produção da energia que consome.

Para tal, apresentamos-lhe a desagregação do mix de tecnologias correspondentes à energia comercializada pela IBERDROLA Portugal.

ORIGEM DA ELETRICIDADE

EMISSÔES ESPECIFICAS DE CO2 (2019)

EVOLUÇÃO DO MIX DO COMERCIALIZADOR NOS ÚLTIMOS 4 TRIMESTRES

A Iberdrola oferece planos aos seus clientes cuja energia se origina de fontes renováveis e não renováveis. 
Este gráfico reflete o mix de produção de todos os nossos planos.

MIX DA OFERTA DO ÚLTIMO TRIMESTRE

A Iberdrola oferece planos aos seus clientes cuja energia se origina exclusivamente de fontes renováveis. 
Este gráfico reflete o mix de produção dos nossos planos de energia verde.


A Iberdrola oferece planos aos seus clientes cuja energia pode ter origem em fontes renováveis e não renováveis, que denomina como produto genérico. 
Este gráfico reflete o mix de produção do produto genérico.

IMPACTE AMBIENTAL DOS ÚLTIMOS MESES

O setor elétrico, em especial a produção de energia elétrica a partir de combustiveis fósseis, é responsável por parte significativa das emissões de CO2  a nível mundial, tendo estas os impactes ambientais de maior relevância, nomeadamente, alterações climáticas e poluição atmosférica local, entre outros. A geração de resíduos perigosos assume particular relevância nas centrais nucleares.

As alterações climáticas são um dos maiores desafios que a humanidade enfrenta no século XXI. A utilização de combustíveis fósseis (carvão, gás e petróleo) provocou um aumento considerável nas emissões de gases com efeito de estufa, que aceleraram o aquecimento global.

O setor energético é chamado a desempenhar um papel fundamental na luta contra as alterações climáticas e contra os demais impactes ambientais pois as tecnologias de produção energética que utiliza têm uma influência importante sobre as emissões de gases com efeito de estufa, emissão de resíduos perigosos e outros efeitos globais e locais, inclusive no caso das tecnologias de produção baseadas em fontes renováveis que afetam o meio (efluentes, habitats, ecossistemas, paisagens) no qual se encontram inseridas.

As principais alternativas para enfrentar estas consequências passam pela promoção de energias renováveis e a utilização da produção térmica de combustíveis fósseis com menor teor de carbono, bem como pela melhoria da eficiência nas emissões, transporte e no uso final de energia.

Uma cuidada e criteriosa análise e planeamento dos projetos de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis bem como o desenvolvimento de ações de monitorização e preservação permitem também minimizar os seus possíveis impactes sobre os efluentes, ecossistemas, habitats, paisagens, entre outros.

Na IBERDROLA, sabemos que enfrentar as alterações climáticas e demais impactes ambientais é um importante compromisso onde todos devemos estar envolvidos.

A estratégia da IBERDROLA, baseada num importante e cuidado desenvolvimento de energias renováveis (principalmente a hídrica e a eólica), na tecnologia de produção térmica ambientalmente mais eficiente e nas centrais de ciclo combinado de gás natural, tem dado um lugar a uma estrutura de produção que permite à empresa comprometer-se na sua política contra as alterações climáticas (aprovada em finais de 2009) e manter-se entre as grandes empresas energéticas com menores emissões de CO2 por GWh produzido. A IBERDROLA fixou um objetivo concreto de redução de emissões, comprometendo-se a que sejam, pelo menos, 20% inferiores à do setor europeu em 2020.

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